Au revoir, Paris!!!

                

Caramba, gente, vou confessar, nao via a hora de chegar em Londres. Tudo bem, Paris ‘e linda, todas aquelas ruas, aquela beleza, mas eu achei tudo l’a muito complicado: o metro ‘e a coisa mais confusa do mundo, ninguem sabe dar informacao, e as ruas nao sao paralelas como no Rio, entao quem se arriscar conhecer a cidade a pe tem grandes chances de se perder. Na proxima vez q voltar a Paris quero ficar num hotel bem caro e ter um possante pra eu ir aonde eu for.

Bem, o lado positivo de Paris foi toda aquela integracao do novo e do antigo, eles sabem manter como ninguem as tradicoes e unir ‘a vanguarda. Qdo vc ome’ca a falar o seu frances macarronico eles mesmos falam: do you speak english? Sim, os tempos mudaram, e principalmente a geracao mais nova nao tem mais aquela aversao imensa a lingua inglesa.

Outra coisa que deu pra perceber ‘e uma certa reverencia ao Brasil: eles amam nosso jeito de ser, nossa musica, nossa comida. Fui em um bar chamado Favela Chic e tudo era muito carioca, e eles se esbaldavam dancando funk, bebendo caipirinha, deu ate pra eu me sentir em Santa Tereza. Alias, achei nossa Santa Tereza mais cult do que o Montmartre, ja foi o tempo em que os artistas tomavam conta do local. Hj t’a tao tourism business qto o Champs Elysee.

O momento que mais me arrepiou na viagem foi ver a gravura do Van Gogh que tenho no meu escirit’orio, ali na minha frente, de verdade. Outro momento wow foi andar de barco ouvindo Edit Piaf sob a Torre Eiffel, muitas sensacoes juntas, bateu muita saudade do Brasil, estranho ne! Alias, entendo super qdo os jogadores de futebol falam da saudade do feijao com arroz, eu tb toooooo!

Algumas quantidades me impressionaram em Paris: o n’umero de motos nas ruas, de gente andando de bicicleta e no meio dos carros, a quantidade de sirenes, pra tudos eles ligam sirene, chega  a ser engracado. Outra coisa q me chamou a atencao foi a postura dos turistas, achei um turismo meio alienado o de Paris, todo mundo tira foto de tudo, mas parece q ninguem quer conhecer a historia, o conceito, o valor por tras daquilo. Me veio a imagem de uma pessoa cuja cabeca ‘e uma maquina fotografica, ‘e mais ou menos por ai.

Outra coisa q fiquei refletindo foi sobre toda essa opulencia q to vendo aqui na Europa, a saudade do meu pais… Na verdade pra ter essa riqueza toda teve muito sangue colonizado trabalhando… Eu acho q o Brasil com toda a sua criatividade pode um dia ser ainda mais desenvolvido que tudo isso que vejo por aqui, s’o precisamos abandonar nossa cabeca de… colonizado.

Bem gente, eu teria muita coisa off pra contar, mas deixo pra contar pros ouvidos mais pr’oximos, isso aqui ‘e uma loucura.

Abs de viajante, e que venha Londres!

Andre

 

Sobre André Luiz Dametto

Apaixonado por aprender e criar. Às vezes professor e consultor, outras artista ou flâneur, mas livre, sempre..
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